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Questões de Português - ENEM PPL 2019 | Gabarito e resoluções

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Questão 21
2019Português

(ENEM PPL - 2019) A partir de 2018, a Resoluo n. 518 do Contran obriga todo novo projeto de automvel, SUV e picape dupla a ter pontos de ancoragem para cadeirinhas infantis. Em 2020, a regra passa a valer para todos os modelos venda no Brasil. Esse tipo de fixao possui travas na cadeirinha no formato de garras que so encaixadas em um ponto fixo na estrutura do veculo. O Isofix reduz o deslocamento do pescoo, ombros e coluna cervical. Desde 2008, a Lei da Cadeirinha estabelece que bebs e crianas s podem ser transportados em assentos infantis indicados segundo a faixa etria e o peso. Como reflexo, as mortes de menores de 10 anos caram 23% no Brasil. A cadeirinha do tipo Isofix no presa no cinto, mas em dois pontos de apoio soldados estrutura do carro. H ainda um terceiro ponto, que pode ser de fixao superior (top tether), atrs do encosto. Cada garra de engate se encaixa num ponto de fixao. Depois, s apertar o boto para solt-lo. CARVALHO, C. Disponvel em: http://quatrorodas.abril.com.br. Acesso em: 22 ago. 2017 (adaptado). Segundo o texto, a cadeira infantil do tipo Isofix tem por caracterstica

Questão 22
2019Português

(ENEM PPL - 2019) A expanso do portugus no Brasil, as variaes regionais com suas possveis explicaes e as razes das inovaes da linguagem esto emergindo por meio do trabalho de linguistas que esto desenterrando as razes do portugus brasileiro ao examinar cartas pessoais e administrativas, testamentos, relatos de viagens, processos judiciais, cartas de leitores e anncios de jornais desde o sculo XVI, coletados em instituies como a Biblioteca Nacional e o Arquivo Pblico do Estado de So Paulo. No acervo de documentos que servem para estudos sobre o portugus paulista est uma carta de 1807, escrita pelo soldado Manoel Coelho, que teria seduzido a filha de um fazendeiro. Quando soube, o pai da moa, enfurecido, forou o rapaz a se casar com ela. O soldado, porm, bateu o p: Nem por bem, nem por mar!, no se casaria. Um linguista pesquisador estranhou a citao, j que o fato se passava na Vila de So Paulo, mas depois percebeu: Ele quis dizer nem por bem, nem por mal!. O soldado escrevia como falava. No se sabe se casou com a filha do fazendeiro, mas deixou uma prova valiosa de como se falava no incio do sculo XIX. FIORAVANTI, C. Ora pois, uma lngua bem brasileira. Pesquisa Fapesp, n. 230, abr. 2015 (adaptado). O fato relatado evidencia que fenmenos presentes na fala podem aparecer em textos escritos. Alm disso, sugere que

Questão 23
2019Português

(ENEM PPL - 2019) Qual a diferena entre publicidade e propaganda? Esses dois termos no so sinnimos, embora sejam usados indistintamente no Brasil. Propaganda a atividade associada divulgao de ideias (polticas, religiosas, partidrias etc.) para influenciar um comportamento. Alguns exemplos podem ilustrar, como o famoso Tio Sam, criado para incentivar jovens a se alistar no exrcito dos EUA; ou imagens criadas para demonizar os judeus, espalhadas na Alemanha pelo regime nazista; ou um pster promovendo o poderio militar da China comunista. No Brasil, um exemplo regular de propaganda so as campanhas polticas em perodo pr-eleitoral. J a publicidade, em sua essncia, quer dizer tornar algo pblico. Com a Revoluo Industrial, a publicidade ganhou um sentido mais comercial e passou a ser uma ferramenta de comunicao para convencer o pblico a consumir um produto, servio ou marca. Anncios para venda de carros, bebidas ou roupas so exemplos de publicidade. VASCONCELOS, Y. Disponvel em: https://mundoestranho.abril.com.br. Acesso em: 22 ago. 2017 (adaptado). A funo sociocomunicativa desse texto

Questão 24
2019Português

(ENEM PPL - 2019) A mquina extraviada Voc sempre pergunta pelas novidades daqui deste serto, e finalmente posso lhe contar uma importante. Fique o compadre sabendo que agora temos aqui uma mquina imponente, que est entusiasmando todo o mundo. Desde que ela chegou no me lembro quando, no sou muito bom em lembrar datas quase no temos falado em outra coisa; e da maneira que o povo aqui se apaixona at pelos assuntos mais infantis, de admirar que ningum tenha brigado ainda por causa dela, a no ser os polticos. [...] J existe aqui um movimento para declarar a mquina monumento municipal. [...] Dizem que a mquina j tem feito at milagre, mas isso aqui para ns eu acho que exagero de gente supersticiosa, e prefiro no ficar falando no assunto. Eu e creio que tambm a grande maioria dos muncipes no espero dela nada em particular; para mim basta que ela fique onde est, nos alegrando, nos inspirando, nos consolando. VEIGA, J. J. A mquina extraviada: contos. Rio de Janeiro: Civilizao Brasileira, 1974. Qual procedimento composicional caracteriza a construo do texto?

Questão 25
2019Português

(ENEM PPL - 2019) Biografia de Pasrgada Quando eu tinha meus 15 anos e traduzia na classe de grego do D. Pedro II a Ciropdia fiquei encantado com o nome dessa cidadezinha fundada por Ciro, o Antigo, nas montanhas do sul da Prsia, para l passar os veres. A minha imaginao de adolescente comeou a trabalhar, e vi Pasrgada e vivi durante alguns anos em Pasrgada. Mais de vinte anos depois, num momento de profundo desnimo, saltou-me do subconsciente este grito de evaso: Vou-me embora pra Pasrgada! Imediatamente senti que era a clula de um poema. Peguei do lpis e do papel, mas o poema no veio. No pensei mais nisso. Uns cinco anos mais tarde, o mesmo grito de evaso nas mesmas circunstncias. Desta vez, o poema saiu quase ao correr da pena. Se h belezas em Vou-me embora pra Pasrgada!, elas no passam de acidentes. No constru o poema, ele construiu-se em mim, nos recessos do subconsciente, utilizando as reminiscncias da infncia as histrias que Rosa, minha ama-seca mulata, me contava, o sonho jamais realizado de uma bicicleta etc. BANDEIRA, M. Itinerrio de Pasrgada. So Paulo: Global, 2012. O texto um depoimento de Manuel Bandeira a respeito da criao de um de seus poemas mais conhecidos. De acordo com esse depoimento, o fazer potico em Vou-me embora pra Pasrgada!

Questão 26
2019Português

(ENEM PPL - 2019) Um ponto interessante do marco civil da internet, segundo Marlia Maciel, pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundao Getlio Vargas (CTS/FGV), o que trata da garantia do princpio da neutralidade de rede. Isso quer dizer que, se eu compro um pacote de um mega ou de cinco megas de internet, o uso que eu vou fazer desses meus megas de velocidade depende das minhas escolhas. No o operador que vai dizer o que eu posso acessar. Eu comprei tantos megas e posso acessar texto, vdeo ou fazer um curso de ensino a distncia on-line. O novo texto assegura que o usurio vai poder continuar a contratar pacotes de velocidades diferentes, mas, dentro daquela velocidade escolhida, ele poder acessar qualquer tipo de aplicativo na internet. GANDRA, A. Disponvel em: www.ebc.com.br. Acesso em: 20 nov. 2013 (adaptado). Com o aprimoramento dos recursos tecnolgicos, a circulao de informaes e seus usos tm reconfigurado os mais diversos setores da sociedade. O texto trata da legislao que regulamenta o uso da internet, criando a seguinte expectativa para o usurio brasileiro:

Questão 27
2019Português

(ENEM PPL - 2019) Para que a passagem da produo ininterrupta de novidade a seu consumo seja feita continuamente, h necessidade de mecanismos, de engrenagens. Uma espcie de grande mquina industrial, incitante, tentacular, entra em ao. Mas bem depressa a simples lei da oferta e da procura segundo as necessidades no vale mais: preciso excitar a demanda, excitar o acontecimento, provoc-lo, espica-lo, fabric-lo, pois a modernidade se alimenta disso. CAUQUELIN, A. Arte contempornea: uma introduo. So Paulo: Martins Fontes, 2005 (adaptado). No contexto da arte contempornea, o texto da autora Anne Cauquelin reflete aes que explicitam

Questão 28
2019Português

(ENEM PPL - 2019) O craque crespo Desde que Neymar despontou no futebol, uma de suas marcas registradas o cabelo. Sempre com um visual novo a cada campeonato. Mas nesses anos de carreira ainda faltava o dolo fazer uma apario nos gramados com seu cabelo crespo natural, que ele assumiu recentemente para a alegria e a autoestima dos meninos cacheados que sonham ser craques um dia. difcil assumir os cachos e abandonar a ditadura do alisamento em um mundo onde o cabelo liso tido como o padro de beleza ideal. Quando conseguimos fazer a transio capilar, esse gesto nos aproxima da nossa real identidade e nos empodera. Falo por experincia prpria. Passei 30 anos usando cabelos lisos e j nem me lembrava de como eram meus fios naturais. Recuperar a textura crespa, para alm do cuidado esttico, foi um ato poltico, de aceitao, de autorreconhecimento e de redescoberta da minha negritude. O discurso dos fios naturais tem ganhado uma representao cada vez mais positiva, valorizando a volta dos cachos sem cair no esteretipo do extico, muito comum no Brasil. O cabelo crespo, definitivamente, no uma moda passageira. Toro que para Neymar tambm no seja. Alexandra Loras ex-consulesa da Frana em So Paulo, empresria, consultora de empresas e autora de livros. LORAS, A. O craque crespo. Disponvel em: http://diplomatique.org.br. Acesso em: 1 set. 2017. Considerando os procedimentos argumentativos presentes nesse texto, infere-se que o objetivo da autora

Questão 29
2019Português

(ENEM PPL - 2019) Cano No desequilbrio dos mares, as proas giram sozinhas Numa das naves que afundaram que certamente tu vinhas. Eu te esperei todos os sculos sem desespero e sem desgosto, e morri de infinitas mortes guardando sempre o mesmo rosto. Quando as ondas te carregaram meus olhos, entre guas e areias, cegaram como os das esttuas, a tudo quanto existe alheias. Minhas mos pararam sobre o ar e endureceram junto ao vento, e perderam a cor que tinham e a lembrana do movimento. E o sorriso que eu te levava desprendeu-se e caiu de mim: e s talvez ele ainda viva dentro destas guas sem fim. MEIRELES, C. In: SECCHIN, A. C. (Org.).Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. Na composio do poema, o tom elegaco e solene manifesta uma concepo de lirismo fundada na

Questão 30
2019Português

(ENEM PPL - 2019) Frenagens geram calor. O sistema de freios transforma a energia cintica do movimento em energia trmica por meio do atrito entre as pastilhas de freio e os discos. Em duas linhas, esse o princpio de funcionamento do freio. Mas h um efeito colateral. Esse calor gerado provoca fadiga dos discos e pastilhas e compromete a eficincia do conjunto de freios. O disco de freio slido uma pea s, feita de ferro macio. A vantagem est em custar mais barato que os outros. Contudo, tem baixo rendimento em situaes extremas de frenagem (em descidas de serras, por exemplo) por no ter estruturas que favoream seu resfriamento. Por isso, discos slidos so usados em aplicaes mais leves, comuns no eixo dianteiro dos compactos 1.0 e no eixo traseiro de carros maiores, como seds e SUVs mdios. O modelo ventilado, por sua vez, formado por dois discos mais finos unidos por uma cmara interna que tem a funo de proporcionar uma passagem do ar entre eles, resfriando com mais rapidez o conjunto. Eles esto nos eixos dianteiros dos compactos mais potentes. Mas tambm aparecem nos eixos traseiros de carros esportivos. Mas esportivos com motores de alto desempenho e carros de luxo tm discos perfurados. H pequenos furos no disco com o objetivo de aumentar o atrito e dispersar o calor. RODRIGUEZ, H. Disponvel em: http://quatrorodas.abril.com.br. Acesso em: 22 ago. 2017 (adaptado). O texto mostra diferentes tipos de discos de freio e defende a eficcia de um modelo sobre o outro. Para convencer o leitor disso, o autor utiliza o recurso de

Questão 31
2019Português

(ENEM PPL - 2019) A Esbraseia o Ocidente na agonia O sol... Aves em bandos destacados, Por cus de ouro e prpura raiados, Fogem... Fecha-se a plpebra do dia... Delineiam-se alm da serrania Os vrtices de chamas aureolados, E em tudo, em torno, esbatem derramados Uns tons suaves de melancolia. Um mundo de vapores no ar flutua... Como uma informe ndoa avulta e cresce A sombra proporo que a luz recua. A natureza aptica esmaece... Pouco a pouco, entre as rvores, a lua Surge trmula, trmula... Anoitece. CORRA, R. Disponvel em: www.brasiliana.usp.br. Acesso em: 13 ago. 2017. Composio de formato fixo, o soneto tornou-se um modelo particularmente ajustado poesia parnasiana. No poema de Raimundo Corra, remete(m) a essa esttica

Questão 32
2019Português

(ENEM PPL - 2019) O debate sobre o conceito de sade refere-se importncia de minimizar a simplificao que abrange o entendimento do senso comum sobre esse fenmeno. possvel entend-lo de modo reducionista, to somente, luz dos pressupostos biolgicos e das associaes estatsticas presentes nos estudos epidemiolgicos. Os problemas que da decorrem so: a) o foco centra-se na doena; b) a culpabilizao do indivduo frente sua prpria doena; c) a crena na possibilidade de resoluo do problema encerrando-se uma suposta causa, a qual recai no processo de medicalizao; d) a naturalizao da doena; e) o ceticismo em relao contribuio de diferentes saberes para auxiliar na compreenso dos fenmenos relacionados sade. BAGRICHEVSKY, M. et al. Consideraes tericas acerca das questes relacionadas promoo da sade. In: BAGRICHEVSKY, M.; PALMA, A.; ESTEVO, A. (Org.). A sade em debate na educao fsica. Blumenau: Edibes, 2003. O texto apresenta uma reflexo crtica sobre o conceito de sade, que deve ser entendida mediante

Questão 33
2019Português

(ENEM PPL - 2019) Menino de cidade Papai, voc deixa eu ter um cachorro no meu stio? Deixo. E um porquinhoda-ndia? E ariranha? E macaco e quatro cabritos? E duzentos e vinte pombas? E um boi? E vaca? E rinoceronte? Rinoceronte no pode. T bem, mas cavalo pode, no pode? O stio apenas um terreno no estado do Rio sem maiores perspectivas imediatas. Mas o garoto precisa acreditar no stio como outras pessoas precisam acreditar no cu. O cu dele exatamente o da festa folclrica, a bicharada toda e ele, que nasceu no Rio e vive nesta cidade sem animais. CAMPOS, P. M. Bal do pato e outras crnicas. So Paulo: tica, 1988. Nessa crnica, a repetio de estruturas sintticas, alm de fazer o texto progredir, ainda contribui para a construo de seu sentido,

Questão 34
2019Português

(ENEM PPL - 2019) As informaes presentes na campanha contra o bullying evidenciam a inteno de

Questão 35
2019Português

(ENEM PPL - 2019) H casais que jogam com os sonhos como se jogassem tnis. Ficam espera do momento certo para a cortada. O jogo de tnis assim: recebe-se o sonho do outro para destru-lo, arrebent-lo como bolha de sabo. O que se busca ter razo e o que se ganha o distanciamento. Aqui, quem ganha, sempre perde. J no frescobol diferente. O sonho do outro um brinquedo que deve ser preservado, pois sabe-se que, se sonho, coisa delicada, do corao. Assim cresce o amor. Ningum ganha para que os dois ganhem. E se deseja ento que o outro viva sempre, eternamente, para que o jogo nunca tenha fim ALVES, R. Tnis X Frescobol. As melhores crnicas de Rubem Alves. Campinas: Papirus, 2012. O texto de Rubem Alves faz uma analogia entre dois jogos que utilizam raquetes e as diferentes formas de as pessoas se relacionarem afetivamente, de modo que

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